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Informes Econômicos

SÃO PAULO  -  A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,249 bilhão na terceira semana de fevereiro. O valor resulta de exportações de US$ 4,274 bilhões e importações de US$ 3,025 bilhões no período, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

Com o desempenho da terceira semana de fevereiro, a balança acumula superávit de US$ 2,415 bilhões no mês e US$ 5,140 bilhões no ano. 

As exportações nas três primeiras semanas de fevereiro subiram 13,7%, considerando a média diária de US$ 798,7 milhões, em comparação com fevereiro do ano passado. Os produtos básicos e manufaturados lideraram a alta, enquanto o embarque de semimanufaturados caiu em relação ao mesmo período. 

As vendas de básicos subiram 31,9% para US$ 364,0 milhões por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, soja em grão, carnes de frango e suína e café em grão. O embarque de manufaturados avançou 3,5%, para US$ 301,7 milhões, por conta de óleos combustíveis, automóveis de passageiros, veículos de carga, partes de motores e turbi

A exportação de semimanufaturados caiu 5,1%, para US$ 114,1 milhões puxada por celulose, açúcar em bruto, couros e peles, ouro em formas semimanufaturadas e óleo de dendê. 

As importações até a terceira semana de fevereiro subiram 13%, na comparação com a média diária de fevereiro de 2016. Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (308,2%), combustíveis e lubrificantes (42,5%), adubos e fertilizantes (33,5%), equipamentos elétricos e eletrônicos (28,0%), veículos automóveis e partes 

Fonte: Valor Econômico.

BRASÍLIA  -  O líder do governo na Câmara dos Deputados, André Moura (PSC-SE), afirmou nesta segunda-feira que, se o Congresso decidir novamente tirar as contrapartidas do projeto de lei de recuperação fiscal dos Estados, o texto será vetado.

“Se não colocarmos as contrapartidas na lei, o processo voltará de novo à estaca zero e os Estados perderão mais tempo”, afirmou Moura. “Sem as contrapartidas não é recuperação fiscal, é rolagem da dívida, perdão”, frisou. 

O governo mandará um novo projeto para o Congresso após a Câmara excluir todas as contrapartidas da proposta negociada no ano anterior, o que levou o presidente Michel Temer a vetar o texto e reiniciar as discussões com os governadores em crise financeira. 

Deputados argumentam que a responsabilidade de aprovar as contrapartidas, como congelamento de salários, redução de incentivos fiscais e aumento da contribuição previdenciária dos servidores, é das assembleias legislativas. Não cabe ao Congresso Nacional, afirmam, decidir como será o programa de recuperação de cada Estado. 

O Ministério da Fazenda, contudo, insiste que as contrapartidas estejam explícitas na lei e, por isso, já avisou ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que a proposta que será encaminhada nesta segunda-feira também conterá as obrigações e vedações dos Estados. 

Fonte: Valor Econômico.

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